
Blog produzido pela equipe editora formada pelos professores Vera Márcia e Júnior Almeida, da Escola Estadual Justiniano Fonseca, localizada em Tebas\Leopoldina (MG). Em nosso sítio eletrônico estaremos divulgando constantemente notícias relacionadas ao cotidiano escolar e à comunidade tebana. Contamos com a colaboração de todos, alunos, ex-alunos, professores e membros da comunidade, para mantermos nosso Blog sempre atualizado e com temas relevantes para a localidade!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
ESCOLA COMEMORA BOM RESULTADO NO PROALFA 2008
Os alunos da E. E. Justiniano Fonseca obtiveram uma pontuação média de 553,1 pontos, atingindo o nível de proficiência recomendável. Neste nível, os estudantes já lêem frases e pequenos textos e começam a desenvolver habilidades de identificação do gênero, do assunto e da finalidade de textos. São habilidades ainda não consolidadas, mas iniciadas.
A meta da escola para este ano era atingir 537 pontos na escala de proficiência, mas com a ajuda da família e o comprometimento dos profissionais da escola e a atitude dos alunos conseguimos superar nossa meta. Tal resultado também evidencia que a aprendizagem dos alunos melhorou e, portanto, o trabalho implementado pela escola está na direção certa e a prova disto são os bons frutos colhidos no PROALFA 2008!
Nós, da E. E. Justiniano Fonseca, queremos compartilhar nossa alegria com todos que participaram e contribuíram para a conquista deste bele resultado. Parabéns para todos!
Veja o gráfico com a evolução do desempenho dos alunos da escola:
Leia mais publicações sobre o PROALFA:
JUSTA HOMENAGEM
Marcas significativas foram deixadas nesta escola e em sua História pela Professora Maria Alice. Além de se mostrar uma pessoa muito comprometida com a educação, demonstrou também possuir muita solidariedade, carinho e respeito com todas as pessoas que a cercavam.
"A Comunidade Escolar da E. E. Justiniano Fonseca, situada no distrito de Tebas, homenageia e reverencia a servidora, Professora Maria Alice da Silva Pandeló pelo relevante trabalho desenvolvido nesta escola ao longo de duas décadas. Em nome da Comunidade Escolar,
Rodolfo Alves Pereira
DIRETOR
Tebas/Leopoldina (MG), 22 de agosto de 2008."
Desejamos, novamente, muita saúde e sucesso para a Professora Maria Alice e registramos nossos sinceros agradecimentos, em nome de toda a comunidade de Tebas, pelos relevantes serviços que nos foram prestados ao longo de duas décadas de trabalho.










sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Alunos do Projeto "Tempo Integral" exercitam a cidadania e a consciência ambiental
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
7 Anos após o Atentado de 11 de Setembro...

A partir do dia 11/09/2001 os E.U.A iniciaram uma ampla campanha militar contra o "terrorismo" e promoveram invasões e mais carnificina no Oriente Médio, no Afeganistão e no seu antigo desafeto - Iraque. Estas ofensivas militares geraram polêmicas na comunidade internacional e na própria sociedade norte-americana, além de muito derramamento de sangue tanto no lado americano, quanto no lado árabe.
As guerras e invasões que sucederam ao 11/09/2001 também podem ser consideradas atos terroristas ou manifestações do capitalismo selvagem ou ainda uma expressão do pensamento do pensamento do prussiano Clausewitz, para o qual a guerra era simplesmente a extensão da política.
Passados sete anos do evento que tornou-se um marco histórico, nos perguntamos onde os E.U.A chegaram? E o que ganharam com as represálias militares que destruíram países e culturas tão ricas? Certamente os E.U.A estão recuperando os bilhões de dólares que investiram na destruição do Afeganistão e do Iraque, através da reconstrução dos países com o apoio das empresas norte-americanas. Além disso, penetraram definitivamente em uma das regiões que se destaca na produção de petróleo, bem indispensável para a economia dos E.U.A. Ganharam novos aliados orientais, tendo em vista que implantaram a democracia ocidental desmantelando a organização política tradicional daqueles referidos países. Por outro lado, as ações norte-americanas enfureceram ainda mais alguns grupos islâmicos que se organizaram para resistir a hegemonia americana e despertaram o ódio que parte da população do mundo árabe nutre pelos povos do ocidente.
A radicalização das relações entre os norte-americanos e os árabes do Oriente Médio está longe de chegar a um final feliz, pelo contrário ela contribui para a generalização e disseminação do ódio mútuo. Dessa forma, acaba tornando-se comum escutarmos alguém dizer que todo árabe e islâmico é terrorista e acreditamos que no Oriente Médio a recíproca seja verdadeira, porém lá eles devem acreditar que todos os americanos são selvagens, imperialistas e sedentos por guerras.
Toda esta situação só irá gerar ainda mais violência e acirrar as precárias relações estabelecidas entre o Ocidente e o Oriente. Se não bastassem os conflitos políticos, militares e econômicos, há também conflitos culturais e religiosos mal resolvidos. Apesar do cessar-fogo as tropas americanas continuam a ocupar territórios do Afeganistão e do Iraque e os E.U.A mantém o controle rigoroso de suas fronteiras internas, tomando o cuidado para não sofrer novamente com atentados similares ao do 11 de setembro.
Graças as relações e as alianças que foram estabelecidas que os conflitos surgiram, em parte, devido a falta de confiança e de respeito as diferenças culturais existentes entre as partes envolvidas. As alianças entre Ocidente x Oriente foram construídas motivadas por interesses restritos a alguns grupos políticos e foram pautadas na desconfiança e na falta de respeito, por isso fracassaram e produziram grandes catastrófes e a bárbarie que temos presenciado ao longo desses anos.
Somente quando houver muita vontade política e respeito às diferenças culturais estes povos conseguirão trocar armas por flores, caso contrário continuaremos assistindo a outros 11 de setembro sangrentos, nos quais a ignorância e a irracionalidade irão se sobrepor ao diálogo e a capacidade humana de se relacionar com o diferente de forma pacífica e respeitosa.